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Grupo de trabalho que vai avaliar viabilidade da Barragem do Pisão reúne com Ministro da Economia

1 Pisao

O ministro da Economia, Pedro Siza Viera já reuniu com o grupo de trabalho que irá, num prazo de 60 dias, avaliar a viabilidade da construção da Barragem do Pisão, bem como as possibilidades de novas finalidades para o empreendimento que possam valorizar o Alto Alentejo e viabilizar o investimento, assim como propor o modelo de financiamento e de gestão, o plano de acção e prazos de execução.

Após a publicação em Diário da República da constituição de um grupo de trabalho para avaliação da viabilidade técnico-financeira do empreendimento de aproveitamento hidráulico de fins múltiplos da Barragem do Pisão, realizou-se na quarta-feira, dia 10, a primeira reunião no Ministério da Economia, na qual foi dicutido o despacho conjunto para a constituição do GT – Enquadramento pelo Ministro Adjunto e da Economia, foi feita a recolha de elementos e estudos de base conforme referidos no preambulo do despacho de constituição, bem como a análise e aprovação do plano de trabalhos.
Estiveram presentes o ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, que coordenou os trabalhos, o secretário de Estado da Valorização do Interior, João Paulo Catarino, o presidente da Comunidade Intrmunicipal do Alto Alentejo (CIMAA), Ricardo Pinheiro, o presidente da Câmara do Crato, Joaquim Diogo, a vice-presidente da CCDRA, o director-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, a subdiretora Geral de Energia e Geologia, o presidente da Empresa das Águas do Vale do Tejo e o presidente do Conselho de Administração da Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva.
Pedro Siza Vieira transmitiu aos presentes a vontade do primeiro Ministro e do Governo de que o grupo de trabalho «possa concretizar a sua missão em prazo mais curto que o previsto, para que seja possível, após décadas de impasse, tomar rapidamente a decisão que torne realidade o empreendimento, considerando também a fase de reprogramação dos fundos comunitários com a possibilidade de integrar algumas vertentes do investimento».
Foram ouvidos todos os representantes dos vários organismos, que se referiram ao empreendimento numa perspectiva de valorização para o território salientando «a sua importância perante as alterações climáticas em curso, que impõem a constituição de reservas de água para abastecimento público e para regadio, como fonte de energia alternativa através de uma mini-hídrica e uma central fotovoltaica a construir, cuja energia é necessária ao funcionamento das infraestruturas da barragem e às bombagens para a rega e para a adução de água para a Estação de Tratamento de Águas da Póvoa, que continuará em funcionamento. O excedente da produção será injectado na rede pública a partir de uma estação própria, ou fazendo o transporte da energia para a subestação de Alpalhão para entrada na rede de distribuição», explanaram, tendo sido ainda realçada a qualidade da água que vai alimentar a barragem pelas suas origens na serra de S. Mamede e sem dependência de caudais externos ao território.
Os diversos organismos presentes ficaram incumbidos de estudar e apresentar na próxima reunião os estudos, soluções e compromissos que habilitem à tomada de decisão.
De acordo com a CIMAA «a forma como o assunto está a ser tratado, com celeridade e manifesta vontade politica, e com participação efectiva dos vários serviços dos ministérios envolvidos, são motivo de expectativa e confiança renovada dos autarcas e agentes locais que se têm empenhado na concretização do empreendimento».
Este grupo de trabalho é composto por representantes do Ministro Adjunto e da Economia, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, da Direção-Geral de Energia e Geologia, do Grupo Águas de Portugal, da Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, da Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva e da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA), e tem um prazo de 60 dias para apresentar um relatório que contenha os elementos necessários à decisão de construção da barragem, considerando os estudos existentes e as possibilidades de novas finalidades para o empreendimento que possam valorizar o Alto Alentejo e viabilizar o investimento, assim como propor o modelo de financiamento e de gestão, o plano de acção e prazos de execução.

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