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Publicado em 23-07-2015

Fazer pontes na nossa sociedade, onde há o hábito de construir muros, não é fácil, mas é possível. É possível, desde logo, através do diálogo, com a sociedade, com os partidos políticos, com as instituições, associações e movimentos, que permita abrir vias de comunicação entre todos e, particularmente, entre os decisores políticos.

Publicado em 23-07-2015

 

O 14 de Julho, dia da tomada da Bastilha, foi o início da Revolução Francesa . Com esta revolução apareceram os novos princípios de Liberdade, Igualdade e Fraternidade que têm servido de guia orientador na luta dos povos pela sua libertação, pela conquista da democracia, pela solidariedade e melhoria das suas condições de vida.

Publicado em 16-07-2015

Por: João Barreta - Mestre em Gestão do Território

Quando tão insistentemente se aborda a questão da economia nacional, da necessidade de fomentar o crescimento económico, da importância da economia local, da relevância do comércio de proximidade, entre outras evidências, parece esquecer-se que o discurso e a retórica pouco ou nada poderão fazer pelo futuro do “conjunto”.

Publicado em 16-07-2015

Tenho para mim que há dois grupos de pessoas a quem as crises nunca atingem e não vão nunca atingir ou mesmo incomodar.

Publicado em 16-07-2015

A DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor desenvolve o seu trabalho na área do Direito do Consumo. O âmbito de atuação da DECO abrange todas as situações de compra e venda de bens e serviços para uso particular, desde a compra de uma habitação, à aquisição de um bem menor, como por exemplo, um telemóvel.

Publicado em 16-07-2015

Vivemos tempos de crise. Até aqui nada de novo... Esta é uma frase gasta até à exaustão, usada até em tempos em que a crise não era tão grave quanto o que se pensava na altura. Agora que sentimos o cinto a apertar cada vez mais a expressão ganha novo sentido. Neste momento o caro leitor estará possivelmente a pensar o que é que isto terá a ver com o título que fala em feridas! Pois bem. Há uma lengalenga que o povo por vezes usa sarcasticamente quando se vê obrigado a "abrir os cordões à bolsa" e que reza assim: "pagar é chato; se é chato coça; coçar faz ferida; a ferida dói; se dói vai ao médico; se vai ao médico paga; e pagar é chato"...

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